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Raquel Rennó no Bailux

MutGamb - qua, 22/02/2012 - 14:24

Raquel Rennó pesquisa coisas muuito legais e atualmente está no Bailux. Raquel trabalhou durante três anos no MediaLab Madrid, atual MediaLab Prado, também colaborou com centros como Arteleku no País Basco, Hangar em Barcelona, além de outros pequenos centros na Catalunya e no ZZZINC em Barcelona.

Tive oportunidade de entrevistá-la em 2010, quando trabalhava para o Ministério da Cultura junto com o Felipe Fonseca na pesquisa de Laboratórios Experimentais.

Raquel está com Regis em Porto Seguro e documentando tudo por aqui. Vale seguir!

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Livros sobre MetaReciclagem

del.icio.us - metareciclagem - qua, 22/02/2012 - 14:24
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Ainda sobre Telecentros, por Felipe Cabral

MutGamb - qua, 22/02/2012 - 14:14

Ainda sobre Telecentros, Felipe Cabral respondeu as mesmas questões que mandei para o Dalton e propôs mais uma coisa, a possibilidade de fazermos um vídeo narrando a história do processo dos telecentros, desde quando criaram a nomenclatura "telecentro" para um espaço público com computadores conectados até a obsolescência do próprio conceito de inclusão digital...

Quem sabe não fazemos isso pelo MutGamb, e caminhamos até o ponto dos Labs experimentais? (O que é um lab? Pra quê serve um lab?).

Desde quando você trabalha com Telecentros?

Felipe Cabral - Meu primeiro contato com um Telecentro foi em 2005, quando ministrei oficinas numa unidade do projeto Casa Brasil, em Guarulhos - SP. Na época eu havia acabado de participar do 7° Fórum Internacional de Software Livre em Porto Alegre e estava extremamente empolgado com a filosofia e as possibilidades libertárias e de desenvolvimento tecnológico sustentável que o software livre era capaz de produzir e fomentar, especialmente em projetos que visavam acesso a Internet e a Tecnologias enquanto política pública. Então comecei a ministrar oficinas em escolas, em laboratórios de informática e nesse telecentro da Casa Brasil Guarulhos. Eu conhecia vagamente - pra bem da verdade quase nada - o projeto de telecentros da prefeitura de São Paulo, iniciado anos antes no Governo Eletrônico na gestão Marta Suplicy, que na época estava sendo implementado por pessoas como Sérgio Amadeu e Beatriz Tibiriçá. Passado esse período, que durou cerca de 6 meses, me distanciei um pouco do contexto de telecentros e passei a acompanhar e atuar em projetos ligados ao Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura, que tinha como uma das ações a Cultura Digital nos Pontos de Cultura. Há cerca de 1 ano e até o presente posso dizer que me reconectei com projetos ligados a telecentros. Hoje tenho com uma de minhas atividades profissionais a função de Designer Instrucional do Polo Sudeste Meridional da Rede Nacional de Formação do programa Telecentros.br. Nesta "Rede" fazemos basicamente uma série de ações de formação com monitores ligados ao programa Telecentros.br que é o atual e principal programa de "Inclusão Digital" do governo federal, gerenciado em grade medida pelo Ministério das Comunicações, sob a júdice da atual secretária de Inclusão Digital, a sra. Lígia Pulpatto.

Na sua perspectiva o que mudou desde a implementação do projeto dos Telecentros até hoje?

Felipe Cabral - Existem, existiram e existirão muitos projetos de Telecentros, ainda que alguns projetos não chamem seus espaços "computadorizados" de telecentros. Projetos de governos municipais, estaduais, do governo federal, projeto de iniciativa privada e até projetos que eu poderiam chamar de "independentes". Todos eles com características, objetivos e concepções diferentes e que mudaram muito ao longo da passagem do tempo. Cito alguns exemplos: conheço o projeto dos telecentros da prefeitura de Porto Alegre que tem telecentros até dentro do mercado municipal, no meio stands de alimentos, usando software livre, com computadores antigos, com monitorxs para auxiliar novos e/ou inexperientes frequentadorxs. Conheço o projeto dos telecentros em escolas do governo do estado de São Paulo, chamado projeto Acessa Escola, que usa software proprietário, que limita o acesso a 30 minutos por sessão, que tem como política não permitir ao usuário alterar qualquer configuração dos computadores, que em muitos lugares está quase sempre fechado para a comunidade, mas que tem computadores novos e que pensa ação voltada ao protagonismo juvenil. Vale lembrar que esse último projeto, o Acessa Escola, não "se chama", não intitula o espaço com os computadores nas escolas de "telecentro", mas em suma medida, na minha opinião, considero como se fosse, embora reconheça seu diferencial frente ao que se costuma chamar tradicionalmente de telecentro. Conheço também - só para citar um terceiro exemplo que difere bastante dos dois já citados - uma iniciativa chamada "Associação Telecentro de Informação e Negócios" que implementa e gerencia projetos de telecentros. A ATN é uma OSCIP sediada em Brasília que tem "parcerias" com diversas empresas como Microsoft, Sebrae, IBM, Fundação Bradesco, entre outras, e que tem como foco, ao que parece, difundir a ideia de telecentro como um espaço de geração de renda, como um espaço de fluxo financeiro, em associação com o mercado, com o chamado "empreendimento", visando emplacar a ideia de Telecentro como "um bom negócio", como formador de mão-de-obra para o mercado. Esse tipo de concepção é a mais perigosa e cruel, na minha opinião, sendo responsável por transformar um espaço de acesso social a tecnologias e a Internet, um espaço de cidadania e pertença do comum e uma quase Lan House de fins comerciais. Acho que não consigo responder a essa questão e não me vejo como alguém que pode traçar panoramas amplos para essa pergunta. São muitos dados a considerar, são muitas ocorrências, muitos jeitos diferentes de fazer e de entremeios a percorrer. Se eu tivesse de dar alguns palpites sobre o que tem mudado na dinâmica de funcionamento e na concepção do que se costuma chamar de telecentro, eu diria que os seguintes itens fizeram uma diferença fundamental:

- Reconhecimento desse espaço como efetivamente um local público de acesso a internet;

- A difusão do software livre como ferramenta inexorável de promoção da igualdade tecnológica-computacional;

- Investimento por parte de diversos municípios e estados na criação de políticas para a existência de telecentros;

- A criação, recentemente, de uma Secretaria de Inclusão Digital no Ministério das Comunicações, na perspectiva de convergir forças de outros ministérios e de concentrar ações do governo federal para fortalecer a política de telecentros;

- A difusão, ainda que lenta e gradual, da Banda Larga no Brasil, possibilitando acesso em lugares antes impensados.  Esse ponto talvez seja o mais polêmico, visto que na prática a banda larga no Brasil continua sendo um fiasco, mas se compararmos o número de conexões de 2002 a 2012 em locais públicos, isto é, numa margem de 1 década, veríamos o quanto cresceu, em termos reais, o número de telecentros em municipios antes totalmente desconectados. Essa tente a ser, ou a continuar sendo, a grande luta para os próximos anos;

- A ascensão de tecnologias móveis de acesso a Internet, como Celulares e Tablets. Creio que não demorará muito para existirem telecentros como experiências mobile de sucesso e isso tende a reinventar o espaço do telecentro porque não mais será preciso para um telecentro se ater a questão do espaço físico fixo;

- A ascensão, premente, dos aparelhos de TV com acesso a Internet. Isso vai dar uma balançada em diversas questões como oferta de Banda Larga, acesso a Internet domiciliar, programação de Tv aberta, entre outras muitas coisas, incluindo portanto a política de Telecentros. Talvez os telecentros tenham de rever seu papel num mundo onde uma grande quantidade de pessoas possuam Tv com acesso a Internet.

Qual é o principal desafio a ser superado?

Felipe Cabral - Os desafios dados estão postos, penso eu, desde o inicio da criação desse tipo de política: melhor qualidade de banda, mais e melhores formações, mais convergência de interesse dos atores desse processo, mais transparência e divulgação sobre esse tipo de política, melhor aproveitamento das potências desse espaço para criação de canais de mídia livre, maiores intercessões entre Telecentros e Redes como Cultura Digital, Metareciclagem, Hackers Club, algum espaço de diálogo entre Telecentros e iniciativas latino-americanas como a da Rede Virtual para Gestores de TICS da Colômbia, entre outros pontos a melhorar. Mas penso que estamos caminhando bem. Sinceramente espero que a ideia de Telecentro migre do conceito de um espaço primordial de acesso para um espaço de encontro. Com a democratização do acesso a Internet, com a democratização da Banda Larga, só posso desejar que um Telecentro se converta, mais do que já é, num espaço de encontro entre pessoas com interesses comuns, num espaço de encontro de pessoas para formação tecno-cidadã, num lugar gostoso, querido, respeitado e desejado pela comunidade na qual está inserido.

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bailux-conectando pessoas em imersões presenciais

Bailux - Arraial d´Ajuda - ter, 21/02/2012 - 16:49
foto de Raquel Rennó-lousa digital na escola aldeia velha pataxó Com muita sensibilidade Raquel Rennó nas imersões do bailux na rede fisica arraial dájuda e reserva aldeia velha pataxó,documentado em texto e fotos neste link http://raquelrenno.com/Usotopico/files/category-cultura.php
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Seu lixo, nossa alegria! (versão adesivos)

Centro de Inovação Social dos Araçás - ter, 21/02/2012 - 14:06

Polvo Paulo, exemplo de re-utilização

Sabe aqueles adesivos velhos de partidos políticos? Também os de eventos religiosos, congressos chatos, conferências de cartas marcadas, operações militares, feiras ridículas, lojas de surfe e partidos políticos, ops! já falei deles né? mas não custa reforçar. Afinal a campanha vai começar daqui a pouco em todas as cidades do Brasil, “eles” vão gastar milhões em material de propaganda e certamente, muito disso vai para o lixo.

Os membros do centro de inovação social (casa pirata), decidiram “remodelar” esse tipo de publicidade, dando um novo destino, utilidade e vida ao que seria descartado. Com um bocado de criatividade e muita tinta, os adesivos se tornam Arte Urbana conforme o material disponível. Em sua maioria serão um apoio às iniciativas que habitam e circundam a casa pirata. Mas também pode ser unicórnios, polvos, piratas, bicicletas, frutas…

Aceitamos doações em quaisquer quantidades de sobras. Para doar, deixe na caixinha de correio da Rua Quinze de Novembro, 931 (Cachoeira do Sul) ou crie coragem e faça uma visita. Aproveite enquanto temos água gelada!

Centro de Inovação Social - Centro de inovação, tecnologia e cultura digital para transformação social

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Contatos (quase) imediatos em vários graus - 2o. grau

MutGamb - seg, 20/02/2012 - 23:33

silia moan: Cliquem e vejam o resultado de sp... AE!!!!!!!!!!!! Mutirão =D bjuxxxx

mbraz: muuuitooo boooom !!! Coisa linda de se ver! ;)))

mariel zasso: Que orguio!!! :)

renato fabbri: felicidades!

efeefe: excelente notícia! nossos agradecimentos a todo mundo que colaborou com produções, textos, imagens, vídeos, ideias e tudo mais pro mutirão nesses últimos anos... dalhe #mutgamb!! e vamo que vamo!

hd: q beleza!!!!!!!!!!!! bjs a todos

téia: vamos comemorar a força do mutirão.... :) continuo sentindo o toque do tambor. bjs e saudade

efeefe: mais um motivo pra todo mundo aparecer no encontrinho sabadão, hein?

 

Ou seja, exatamente 3 meses depois, em 23 de junho, estávamos comemorando a vitória, nas palavras da Maira:

 

Oi todos

:D

Queria agradecer a todo mundo que ajudou na conquista desse prêmio, mesmo.

O Felipe pela oportunidade de trabalhar com o Mutirão, por acreditar e apoiar a reformulação do projeto para ser transformar em núcleo editorial.

Sília, Mariel, Teia, Gera por tudo o que temos compartilhado e sonhado.

A Tati, Hd, Orlando que tem ajudado nas articulacões, com ideias, com provocacões.

E, agradeco mais ainda aqueles olham aqui, como luckers, que duvidaram e que dizem-que-dizem tentando o hype.

Como diria um amigo nosso: Pois é "Transmutamos"

Beijos e abs no sábado, pessoalmente

:****

 

flavia cremonesi: aêeee!!! parabénsss :) beijos

dalton martins: Parabéns de coração. E como diriam os antigos tatankas: "i don´t believe the hype." ;-) Bjs

yasodara cordova: #chique :)

drica guzzi: Uau! Parabéns! Merecidissimo!!!! ;-))Bj carinhoso

orlandodasilva: meu respeito pra quens ralaram no operacional :)

ricardobrazileiro: parabens todomundo! to muito feliz eh noiz

 

“E noiz” seguimos felizes pra comemorar o prêmio, o lançamento do Mutsaz outono 2010, os oito anos do projeto metáfora e a oportunidade de se encontrar... longe ou perto... ao vivo e em cores... 

 

foto: @efeefe

 

[dica: imagine-se aqui, coloque quantas pessoas quiser]

 

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I Formatura dos Monitores do Telecentros BR na Amazônia

Casa Brasil Santarém - sex, 17/02/2012 - 11:52

Tutores, supervisores, equipe técnica, especialistas e parceiros, no dia 16 de fevereiro de 2012, promoveu o I Encontro de Certificação dos Monitores do Pólo regional Norte, sendo também considerado a primeira Formatura Nacional do Telecentros BR, onde teve dois momentos importantes, um presencial e outro à distância. De manhã aconteceu simultaneamente em Santarém e Belém e à tarde, a partir das 16h, foi realizada uma web conferência, com o tema “ O telecentro, o trabalho comunitário e a inclusão social -trocando experiências”, contando com a participação especial dos Monitores Formandos do Projeto, de outros estados da Amazônia.

Em Belém, o encontro presencial aconteceu às 9h da manhã, no Telecentro Lar Fabiano de Cristo, localizado na Rua Barão de Igarapé Miri, no bairro do Guamá. Já em Santarém, no mesmo horário, o evento foi realizado no auditório da Casa Brasil, no bairro do Santarenzinho. O momento de certificação foi muito especial com a presença do monitor Leandro Araújo, o qual representou simbolicamente todos os formandos infocentristas do NavegaPará que ficaram impossibilitados de participar por motivo de trabalho e já morando em outras cidades, aprovados nas universidades, fatores estes importantes, no final dessa formação, pois essas aulas contribuíram com vários conhecimentos que foram abordados e aprofundados tanto nos aspectos pessoais quanto profissionais de cada monitor. Para o jovem Leandro, que começou sua trajetória digital com 11 anos, no Coletivo Puraqué, esse momento foi de comemorar um ano repleto de informação e aprendizado contínuo, levando na prática, através do seu projeto comunitário, atividades que beneficiaram a sua comunidade.

A programação seguiu com os depoimentos das primeiras tutoras santarenas Cíntia Araújo e Adriane Gama, onde esta teve a oportunidade de acompanhar e finalizar a primeira turma de monitores chamada Bacuri, com um total de 22 formandos do norte. A tutora Adriane também demonstrou através de pôsteres dos monitores na Projetoteca, experiências e resultados vivenciados por esses agentes sociais nos seus espaços digitais e nas suas comunidades. “Para que se tenha uma cultura digital no norte contínua que se garanta uma qualidade melhor de Banda Larga, cidades digitais, software livre e acesso democrático e cidadã nos telecentros, é preciso que se age localmente com ações comunitárias para fortalecer a luta global, reinvindicando políticas públicas que promovam conhecimento e informação através do uso das ferramentas livres tecnológicas. A prática desses monitores nos seus telecentros pode ser parte essencial neste processo”, ressalta a tutora. À tarde, na Webconferência de Certificação, a ativista Beá Tibiriçá, do Coletivo Digital foi convidada para participar deste encontro virtual de comemoração.

Para o monitor Francisco Malheiros, de Gurupá – Pará, uma comunidade ribeirinha quase com fronteira com o Amapá, conta que trazia de sua casa, litros de óleo de canoa para gerar energia no seu telecentro e ressalta que tudo valeu a pena pois “foi muito bom ter compartilhado dessa formação e aprendido nesse período, conhecimentos que levarei para o resto da vida e que muito vai me ajudar a multiplicar essa ideia de se ter um mundo mais justo, com mais cidadania, inclusão, mobilização e transformação social. Um grande abraço a minhas tutoras Cíntia, Erieth e Adriane que muito contribuíram com a minha formação e com a de outros monitores do pólo norte”, declaração feita no Dia C na Web Conferência. A próxima turma de monitores do pólo norte que irá receber sua certificação terá um encontro marcado no próximo mês de março.


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Telecentros: passados e futuros, por Dalton Martins

MutGamb - sex, 17/02/2012 - 08:36

Faz um tempo que o Isaac perguntou na lista se alguém trabalhava com Telecentros. Achei que seria interessante contextualizar um pouco do que foram os Telecentros (quando criados) e se ainda fazem sentido hoje. Eu, que entrei nas redes todas em 2008, perdi um teco dessas discussões e articulações que acabando contextualizando muitos dos caminhos que temos hoje...

Então, perguntei ao Dalton Martins:

Desde quando você trabalha com Telecentros? 

Dalton: Desde 2003, quando começamos a montar os primeiros Telecentros metareciclados em parceria com o Agente Cidadão. Hoje, não trabalho em Telecentro. Trabalho com aulas em cursos de graduação na área de tecnologia.

Na sua perspectiva o que mudou desde a implementação do projeto dos Telecentros até hoje?

Dalton: Muita, mas muita coisa. Sobretudo, o custo da tecnologia e o nível de acesso que as pessoas tem hoje é muito maior do que tinham em 2001 e 2002, quando os programas começaram pra valer. Além disso, o fenômeno lan house cresceu muito nesse período, ocupando um espaço que o próprio governo não teve estrutura de ocupar. Em termos de visão de projeto, o que ocorreu é que ganhou mais escala. Saiu das experimentações iniciais em prefeituras e ONG's para se tornar uma política pública de estados e governo federal. Logo, muitas outras questões de implementação começaram a se tornar evidentes: como cuidar dos equipamentos, como tratar a dimensão humana com mais cuidado quando os grandes números entram em jogo, como levar banda larga para áreas rurais, etc, etc. Acho que a fase em que estamos hoje consiste de buscar entender como resolver esse tipo de questão, o que traz uma grande perda do lado mais experimental, romântico que vivenciamos alguns anos átras. Hoje, vivemos mais na fase da engenharia desses projetos do que da experimentação. Nesse sentido, para muitos de nos tem sido um convite a se reinventar como foco e eixo de ação experimental. Uma renovação possível dado as conquistas que de certo modo se conseguiram e outras que se mostraram inviáveis.

Qual é o principal desafio a ser superado?

Dalton: O principal desafio é sair da dimensão tecnologia e do acesso, ganhando mais contexto como projeto de espaço de promoção de redes comunitárias, em todas suas dimensões possíveis. Não estamos mais falando de tecnologia a muito tempo, mas precisamos dar mais forma para isso, experimentar mais outros arranjos possíveis. É nisso que ainda vejo sentido um projeto como Telecentros continuar.

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Inscrição da 6ª turma dos Programas Sócios Digitais da Casa Brasil

Casa Brasil Santarém - sex, 17/02/2012 - 06:01

Por Eliane Canté

Olá gente, mais novidades na Casa Brasil de Santarém, no dia 16 de fevereiro aconteceu as inscrições da 6ª temporada dos programas Sócios Digitais da Unidade, Curumim Digital e MID – Melhor idade Digital. Os programas vem beneficiar crianças de 09 à 11 anos, e senhores e senhoras a partir de 45 anos.

As inscrições com as crianças foram feitas por meio de entrevistas, cada uma teve a oportunidade de nos contar um pouco de sua história, dizer o que mais gosta de fazer, qual a sua comida preferida, se pratica esporte, dança, canta ou interpreta. Foram entrevistadas mais de 15 crianças, as perguntas foram feitas de acordo com a faixa etária de cada uma, e dependendo do seu desempenho nas respostas, algumas serão inscritas e integraram juntamente com outras crianças já inscritas a 6º turma do Curumim Digital.

As aula inaugural será dia 03 de março, onde nesse dia teremos um importante encontro com as crianças e seus responsáveis e os senhores e senhoras. Você que se inscreveu nos programas compareça, a sua presença é muito importante.

 


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raquel rennó

Bailux - Arraial d´Ajuda - qui, 16/02/2012 - 20:33

Meetings at Bailux (Metareciclagem node) and Pataxó Indian reserve in Bahia. Something good will be cooking soon… http://www.raquelrenno.com/  http://www.youtube.com/watch?v=lllDUdfXMdw
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500g de como fazer diagramas, por Isaac

MutGamb - qui, 16/02/2012 - 06:50

Isaac Filho pediu sugestões de ferramentas para desenhar fluxogramas e ramificações. Citou até um exemplo aqui. A pergunta dele era se existia um software que pudesse criar esse esquema. A lista #metareciclagem respondeu Isaac com algumas sugestões, que ele compartilha:

 

É engraçado o rumo que as coisas tomam. Principalmente quando são feitas de forma colaborativa, no escambo de conhecimentos. As coisas saem do controle, do que foi pré-imaginado e se constroem, tomando outras formas. Fui designado a fazer uma espécie de diagrama de uma rede de atuação lá de onde trabalho. Pensei que podia fazer tranquilamente em alguma ferramenta do libreoffice mas na hora da prática senti muita dificuldade. Pedi uma forcinha na lista #metarec para saber se alguém tinha alguma experiência. Muitas dicas de ferramentas surgiram, tanto on quanto off-lines. O mais legal é que surgiu a ideia de se usar o prezi para a apresentação do diagrama, que por coincidência era justamente o que eu iria fazer, e também surgiu a dica de uma alternativa ao prezi: sozi – que é uma extensão do inkscape.

 

Segue a lista das ferramentas que Isaac testou:

On-line

* Gliffy - http://www.gliffy.com/ (dica do Hudson)

Isaac: Pelo que testei do gliffy achei um pouco lento.

* Cacoo (dica do Hudson)

Isaac: Fiz meu trabalho no cacoo (esse aqui), ele é bem fácil de mexer e tem melhor performance comparado ao Gliffy. Só não gostei do modo como se tem que dar zoom, é preciso usar o menu. O link de um tutorial disponibilizado pelo Hudson.

Off-line

* Dia (dica do Diogo Leal)

Isaac: Achei o dia (tanto o soft como o dia de hoje) bem legal. A performance, comparada as ferramentas on-line é gritante. E o fato de não ter que usar flash, é um alívio. A desvantagem fica quando se quiser fazer algo colaborativo, mas pelo menos funciona caso você esteja sem internet.

* Kivio (dica do Diogo Leal)

Isaac: Não testei o kivio porque ele pertence à suíte Koffice. Uso o LibreOffice e também Gnome. Achei que não valeria a pena.

* Pajek - (dica do Daniel Penalva)

Isaac: Instalei o pajek, mas não consegui usá-lo. Pelo que li um pouco da documentação ele também faz análise dos diagramas. Isso parece ser bem legal. Só preciso aprender a usá-lo porque a interface dele é totalmente diferente dos outros. Uma desvantagem para mim é que ele tem que ser rodado via wine, pois foi feito para windows. Apesar de ter licença GPL.

Extras

* Prezi – www.prezi.com

Isaac: Para fazer apresentações em flash.

* Sozi - http://sozi.baierouge.fr/wiki/en:welcome (dica do Wille)

Isaac: Alternativa ao prezi. Funciona como um extra do inkscape.

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Hoje a TV NBR (TV Brasil) esteve na Estação de Metareciclagem de Samambaia sobre reciclagem de lixo eletrônico. http://t.co/bqxpHsCx

tag #metareciclagem no twitter - qua, 15/02/2012 - 17:44
Hoje a TV NBR (TV Brasil) esteve na Estação de Metareciclagem de Samambaia sobre reciclagem de lixo eletrônico. http://t.co/bqxpHsCx
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estação de metareciclagem de samambaia é notícia na tv nbr

tag #metareciclagem no twitter - qua, 15/02/2012 - 16:14
estação de metareciclagem de samambaia é notícia na tv nbr
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